Piercings imperdíveis da coleção State of Mind

Apesar de que o uso de piercings como adorno corporal seja, atualmente, moda na sociedade contemporânea, o conceito de piercing não é algo recente como muitos pensam. Várias civilizações antigas utilizavam-nos como forma de expressar algo. Os Maias e Astecas adotaram os piercings para fins religiosos. Os Egípcios e indianos recorriam aos piercings para marcarem as suas posições consoante a sua hierarquia na sociedade. Os Romanos apenas usavam por vaidade. No entanto, com o passar do tempo, esta prática foi perdendo força e chegou a ser alvo de discriminação. E foi durante a década dos 60, com o movimento hippie, que voltou a ganhar força.

Esta prática nem sempre foi bem vista pela sociedade, e ainda existe algum tipo de preconceito quando em exagero, no entanto, o uso de piercings deixou de ter uma função específica para passar a ter uma função meramente estética. Nos dias que correm, é visto como arte corporal, como um complemento à personalidade, como algo único, diferente e muito “nosso”. Além dos vários locais do corpo onde é possível fazer um piercing, a orelha é, sem dúvida, o local de eleição da grande esmagadora maioria dos amantes desta arte, especialmente mulheres. Quantas de nós já não tivemos vontade de fazer um “furinho” a mais na orelha? Os Romanos acreditavam que quem possuía um piercing, ou mais, na orelha atraía recursos financeiros, sensualidade e independência. A verdade é que diferentes tipos de mulheres recorrem a esta arte para manifestar a sua arte interna, desde das mais conservadoras às mais ousadas. 

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